sábado, 21 de janeiro de 2012

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011





quarta-feira, 6 de julho de 2011

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Serviços técnicos - Rede de Computadores

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Velhos Ditados, Novos Tempos....

Como estamos na 'Era Digital', foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.


Vejam alguns:

1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.

3. Antes só, do que em chats aborrecidos.

4. A arquivo dado não se olha o formato.

5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.

6. Para bom provedor uma senha basta.

7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

9. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.

10. Hacker que ladra, não morde.

11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

12. Mouse sujo se limpa em casa.

13. Melhor prevenir do que formatar.

14. O barato sai caro. E lento.

15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.

16. Quando um não quer, dois não teclam.

17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.

18. Quem clica seus males multiplica.

19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

21. Quem não tem banda larga, caça com modem.

22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.

23. Quem semeia e-mails, colhe spams.

24. Quem tem dedo vai a Roma.com

25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.

26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

27. Diga-me que computador tens e direi quem és.

28. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...

29. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha.

30. Aluno de informática não cola, faz backup.

31. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).

32. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Uma formiga me levou a orar!

Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha.
A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela.
A formiga a carregava com sacrifício.
Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça.
Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também à formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.
Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.
Foi quando pensei:
- "Até que enfim ela terminou seu empreendimento".- Ilusão minha.

Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse
do lado de fora para, então, entrar sozinha.
Foi aí que disse a mim mesmo:
-"Coitada, tanto sacrifício para nada."
Lembrei-me ainda do ditado popular:
"Nadou, nadou e morreu na praia."
Mas a pequena formiga me surpreendeu.
Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa.
Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços
e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.
Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades?
Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a persistência, a força daquela formiguinha.
Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:

-Que me desse à tenacidade daquela formiga, para "carregar" as dificuldades do dia-a-dia.
Que me desse à perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela,
para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada,
mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada,
mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo;
mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez
o caminho a percorrer.

A alegria dos filhotes que, provavelmente,
esperavam lá dentro pelo alimento,
fez aquela formiga esquecer e superar
todas as adversidades da estrada.
Após meu encontro com aquela formiga,
saí mais fortalecido em minha caminhada.
Agradeci ao Senhor por ter colocado aquela
formiga em meu caminho
ou por me ter feito passar pelo
caminho dela!"

Sonhos não morrem,


Que Deus nos faça como a formiguinha, partindo a “folha” em união
apenas adormecem na alma da gente.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O Mestre do Valor

O rapaz chegou triste, cabisbaixo, já sem saber o significado de esperança e bateu na porta.
- Entre - falou uma voz que veio do fundo.
- O que ti traz aqui? - perguntou o Mestre continuando sem deixar de tecer o seu tapete.
- Estou muito perdido, não sei o que faço da minha vida, não consigo arrumar um trabalho, não consigo arrumar uma companheira. Minha vida está muito confusa.
- Abaixou a cabeça e a segurou entre suas mãos. Lágrimas desciam de seus olhos.
O mestre simplesmente levantou-se e pegou de dentro de uma gaveta um relógio antigo.
- Tome. Pegue esse relógio, vá até uma rua de comércio e veja os preços que te oferecem por esse relógio.
Por mais alto que seja o valor, não o venda.
- Mas como isso vai me ajudar?
- Simplesmente faça o que digo, mas por maior que seja a oferta, não o venda e volte amanhã.
Herzag saiu e começou a oferecer o relógio nas ruas. O máximo que obteve foi 500 libras. Voltou muito satisfeito no dia seguinte e comunicou ao Mestre:
- Veja! Consegui 500 libras pelo relógio! Posso vendê-lo?
Continuando sem levantar os olhos do que estava fazendo, o Mestre replicou:
- Não, você ainda tem muito que aprender. Agora pegue o relógio e ofereça para relojoeiros.
O rapaz sem entender muito bem seguiu para uma rua onde havia muitos relojoeiros. Surpreso, verificou que o relógio valia pelo menos cem vezes mais do que tinha sido oferecido anteriormente.
Voltou ao Mestre extremamente sorridente e lhe contou a novidade:
- Posso agora vendê-lo?
- Não rapaz, você ainda tem muito que aprender. Pegue o relógio e leve àquela loja de antiguidades que fica na praça central.
Um tanto quanto desiludido, Herzag foi até a loja. Chegando lá foi recebido por um Museólogo a quem ele ofereceu o relógio. O Museólogo, atônico, pegou o relógio em suas mãos trêmulas e disse:
- Rapaz, esse relógio não tem preço. Igual a esse, só existe um guardado em um Museu na Europa. Deixe-o comigo que vou cuidar dele de forma como realmente merece, pois é uma peça raríssima e extraordinária e eu conheço o seu valor.
O rapaz explicou que não podia fazer aquilo, mas ficou muito comovido e surpreso pelo valor do relógio. Voltou até o Mestre e contou-lhe a história. O mestre então disse:
- Acho que agora você entendeu. Concorda?
Herzag balançou a cabeça confuso.
- É simples - sorriu o Mestre. - Se você, até hoje, não está dando certo na vida é sinal que ainda não encontrou a pessoa certa que dê o seu real valor. Quando a pessoa certa chegar na sua vida, você vai saber, porque quando lhe bater os olhos ela saberá que esta à frente de uma peça rara e extraordinária e que fará de tudo para não perdê-la.

Se não estão dando o verdadeiro valor é por que este não é seu museólogo, quando ele for encontrado você saberá, por que um verdadeiro conhecedor saberá o valor de uma peça rara só de olhar e assim encontrá-la jamais deixará escapar!

Não tenha pressa!
Não gaste energia desnecessária!
Não banalize seu valor!
E principalmente,
ACREDITE!!!!

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